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No Brasil, dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) revelam que, entre abril e maio, os preços médios do álcool variaram entre R$ 1,318 por litro na região Sudeste e R$ 1,929 por litro na região norte. Os consumidores da região Sul pagaram em média R$ 1,929, os do Centro-Oeste, R$ 1,647 e os do Nordeste, R$ 1,711 pelo litro do álcool nos postos de combustíveis.
Nos Estados Unidos, os carros movidos a álcool e os bi-combustíveis, que utilizam tecnologia diferente dos flexíveis brasileiros, consomem uma mistura contendo 15% da gasolina. O álcool combustível vendido no Brasil contém 5% da água.
Produção cara - Os Estados Unidos são o maior produtor mundial de etanol, seguidos pelo Brasil. A maior parte da produção é usada misturada à gasolina, na proporção de 10%. O álcool americano é extraído, na maior parte, do milho, num processo mais caro e menos eficiente, do ponto de vista energético, do que a produção brasileira, que tem como base a cana de açúcar.
Apesar do preço do E85, a AAA considera que a utilização do combustível alternativo ainda é mais cara do que a da gasolina normal. Levando em conta que o etanol vendido nas bombas tem 25% a menos de energia que a gasolina, o motorista estaria pagando para rodar “ecologicamente” cerca de 6% a mais.
Além desse fator, o consumo de etanol ainda é restrito nos EUA pela pouca disponibilidade do E85 nos postos. As bombas de etanol ainda são raras e só estão presentes em menos de 5 mil dos 170 mil postos de abastecimento do país. Embora os americanos produzam carros flexíveis, a maioria deles acaba usando apenas gasolina.
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